Desculpas de quem não quer sacrificar:
Desculpas de quem não quer sacrificar
Leia e pratique todas estas desculpas
e, mesmo frequentando a Igreja, tudo lhe faltará!
Desculpas de quem não quer sacrificar:
Desculpas de quem não quer sacrificar:
1. Medo
inexplicável: “É demasiado forte para mim!”;
2. Dúvidas acerca
do resultado: “Será que irá funcionar?”
3. Insegurança quanto
à rotina diária, logo a seguir ao voto: “O que irei fazer depois?”
4. Usa a
Omnisciência Divina para justificar a falta de condições: “Deus sabe que eu não
posso… ore por mim”;
5. Falsa sensação
de bem-estar: “Não me identifiquei com esta campanha!”
6. Sente que
ninguém o apoiará: “Como irei criar os meus filhos?”
7. Deceções
anteriores: “Já participei noutras campanhas e estou à espera da resposta!”
8. Acha que já fez
de tudo: “Deus tem que me honrar, porque já fiz o meu tudo!”
9. Compara-se aos
outros: “Conheço pessoas que estão em pior situação do que eu…”
10.
Auto-comiseração: “Eu não quero ficar de fora, mas TUDO eu não posso…”
11. Deus não tocou
no meu coração: “Nesta campanha, Deus não me pediu nada de material…”
12. Jesus já
derramou o sangue por mim: “Não preciso, pois vivo na dispensação do Espírito
Santo.”
13. Tenho outras
responsabilidades: “Não posso fazê-lo, tenho que usar a fé racional…”
14. A minha vida já
é feita de sacrifícios: “Deus sabe o sacrifício diário que faço para suportar
os problemas…”
15. A minha esposa
já está a sacrificar: “Se somos um casal, não vejo a necessidade de também eu
sacrificar…”
16. Deus é rico e
não precisa de sacrifícios: “Ele quer a nossa vida e não os bens materiais…”
17. O tempo dos
sacrifícios já passou: “Vivemos na era da graça, basta apenas tomar posse…”
18. Realça os maus
testemunhos de que ouviu falar: “Conheço alguém que participou e perdeu tudo…”
19. Frequento a
Igreja há pouco tempo: “Ainda não compreendi bem o que devo fazer…”
20. É melhor
obedecer do que sacrificar: “Deixei de fumar, de beber, de mentir, não preciso
de fazer mais nada…”
21. Porque faço a
Obra, não preciso de sacrificar: “Estou a ganhar almas e esse ato, por si só,
já testifica por mim…”
22. Estou a
aguardar a resposta de campanhas anteriores: “Já disse a Deus que enquanto não
me honrar não participarei noutras campanhas, porque fiz um sacrifício de
verdade!”
23. Não vejo
necessidade de o fazer: “Não passo fome, tenho o que vestir e tenho um emprego,
o que mais posso querer?”
24. Preciso de mais
argumentos: “Ainda nenhum testemunho me convenceu de verdade, os que ouvi até
agora podem ser apenas o reflexo da força de vontade das pessoas…”
25. Preciso de ver
para crer: “Assim que vir algum indício do que quero receber na minha vida,
então, dou o meu tudo…”
26. A minha fé é
suficiente: “De uma maneira ou de outra eu vou conseguir o que quero…”
27. Apenas me
interessa o lado espiritual: “Não tenho aspirações na vida, para além da
salvação da minha alma…”
28. Deus irá
abençoar na mesma: “Deus terá compaixão de mim, pois Ele não quer ver o
sofrimento do ser humano…”
29. Tenho quase
tudo o que necessito: “Não tenho que me revoltar pelo que alegadamente me falta
e sim dar graças a Deus pelo pouco que já tenho…”
30. Sou pobre: “Se
Deus quer mesmo que eu participe, terá que me dar condições…
31. Eu não vou
sacrificar porque esse mês estou cheio de dívida. Esse mês eu estou apertado.
32. Diz que não tem
como sacrificar, mais essa época compra carro, compra casa, compra terreno.
33. Deus é
espírito, não precisa do nosso dinheiro.
34. Há quem
conquista um bem e diz: não posso porque Deus acabou de me dar
35. Eu não tenho
coragem não, eu consegui as minhas coisas com tanto sacrifício, e agora tenho
que dar as coisas assim.
36. Na próxima eu
entro, e a próxima nunca chega.
37. Você sabe que
eu não sou dessa igreja, sou de outra denominação, por isso não posso.
38. Eu recebo
depois do dia 20, mas o sacrifício e para do dia 17 por isso não entro.
39. Eu não posso
sacrificar, pois estou doente
40. Desse jeito
você nunca terá uma casa porque você sempre dá no sacrifício
41. Eu não tenho
idade para isso, pois não sou independente, dependo dos meus pais.
42. O Marido me diz
não tenho a fé que você tem ou vice-versa.
43. Não consegui
todo o meu sacrifício, mas Deus vai me responder.
44. Não posso
porque já recebi o dia do meu pagamento já passou.
45. Há quem diga
roubaram meu sacrifício.
46. Onde está
escrito na bíblia que tenho que sacrificar.
Bispo Júlio Freitas
Mão Forte!
Quanto maior a conquista, mais renhida é a luta e maior o sacrifício.
Quanto maior o sonho, mais exigente é o sacrifício para sua realização.
Esse ensino vem do Alto.
Quanto maior o sonho, mais exigente é o sacrifício para sua realização.
Esse ensino vem do Alto.
A libertação dos hebreus do Egito era um sonho quase impossível. Os filhos de Israel eram a grande fonte de riqueza e opulência egípcia. Riqueza à custa de sua escravidão.
Deixá-los livres significava perda irreparável.
Deixá-los livres significava perda irreparável.
Egito é o mundo, Faraó é o diabo, os filhos de Israel são os povos escravizados, o Monte Sinai simboliza o Monte Calvário e Moisés é o enviado do Altíssimo.
Quando o Senhor enviou Moisés, avisou:
“Eu sei, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir se não for obrigado por mão forte.” Êxodo 3.19
“Eu sei, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir se não for obrigado por mão forte.” Êxodo 3.19
Como libertar os escravos do diabo sem o uso obrigatório de Mão Forte? Isto é, sem luta, sem guerra, sem sacrifício ou sem a violência da fé?
É possível usar a fé sem violentar os costumes religiosos?
É possível usar a fé sem violentar a vontade da carne?
É possível usar a fé sem violentar a vontade da carne?
A fé sobrenatural, por si só, já se opõe à natureza.
Jesus cuspiu no chão, fez lodo, untou as vistas do cego e nem por isso o rapaz ficou curado. Mas, ao obedecer a Sua ordem, mesmo com enorme dificuldade, ficou curado.
Quem o curou: Jesus? Sua saliva? O lodo? As águas do tanque de Siloé?
Quem o curou: Jesus? Sua saliva? O lodo? As águas do tanque de Siloé?
Ele foi curado pela obediência à Palavra de Jesus. Ou seja, pela própria fé.
Mas o Senhor teve de usar de Mão Forte para despertar sua fé.
Jesus não poderia pedir alguém para pegar água de Siloé e lavar-lhe os olhos? Não seria mais fácil, mais simples e até mais humano evitar que o rapaz tivesse de caminhar até ao fundo do Vale para ser curado?
“Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e os violentos se apoderam dele.” Mateus 11.12 (NKJV)
A pura fé violenta os princípios naturais humanos. Quem a entenderá?
Contudo, quem não sabe que sem o sacrifício da fé natural não se conquista nada neste mundo?
Contudo, quem não sabe que sem o sacrifício da fé natural não se conquista nada neste mundo?
Da mesma forma, os benefícios do Mundo Sobrenatural exige a violência da fé sobrenatural.
Quem crê, vai; quem não crê, fica.
A oferta e o Altar
Dirigindo-Se aos hipócritas, duas vezes, o Senhor Jesus perguntou:
“…Pois qual é maior: o ouro ou o santuário que santifica o ouro?”
“...Pois qual é maior: a oferta ou o altar que santifica a oferta?” Mateus 23.17,19
Por conta de sua natureza adâmica e carnal, o hipócrita é capaz de enfrentar até Deus contra o sacrifício.
Os mesmos espíritos imundos dos escribas e fariseus, da época de Jesus, atuam hoje.
Atravessaram gerações e chegaram à geração atual.
Portanto, os hipócritas do passado estão vivos e atuantes hoje em dia.
Os corpos e as vestes são diferentes, mas o espírito e a ambição são as mesmas.
Os corpos e as vestes são diferentes, mas o espírito e a ambição são as mesmas.
Não se importavam com o altar, mas o que ali era depositado.
Não estavam nem aí para os ensinamentos e ideias passadas pelo Senhor.
Não estavam nem aí para os ensinamentos e ideias passadas pelo Senhor.
Seus olhos esbugalhados e vidrados no dinheiro cegavam os olhos espirituais. Não conseguiam discernir os valores eternos.
O mesmo espírito ambicioso tem cegado a presente geração.
Além de não enxergarem, tentam cegar o entendimento de que assim como a oferta representa o ofertante para Deus, o altar representa Deus para o ofertante.
Insensatos e cegos!
Qual é Maior: a oferta ou o Altar?
Qual é Maior: o ofertante ou Quem o recebe?
Qual é Maior: o sacrifício ou o Altar do sacrifício?
Qual é Maior: o ofertante ou Quem o recebe?
Qual é Maior: o sacrifício ou o Altar do sacrifício?
O SINAI É UM SINAL
Com o advento espetacular do avanço da ciência somado à moderna tecnologia, alguns valores
históricos e profundamente espirituais têm sido relegados ao descaso e até mesmo ao esquecimento.
Assim se tem considerado o Monte Sinai. Poucos sabem que ele foi o único no mundo
onde a Santíssima Trindade desceu para orientar e estabelecer estatutos, juízos e leis que viriam
distinguir a nação de Israel dentre todas as demais nações pagãs. Poucos também sabem que
aquelas leis morais e civis ali instituídas viriam servir como pano de fundo de toda jurisprudência
para as demais nações na face da terra. Além disso, as leis religiosas ali estabelecidas criaram
uma tal consciência de fé que transformaram o povo escravo em nação livre, independente e
poderosa. E tudo isso aconteceu exatamente no Sinai. Mesmo assim, apenas de alguns anos para
cá é que a freqüência de peregrinos cristãos naquele lugar tem aumentado significativamente.
Isso se deve talvez por influência da IURD de todo o mundo que, sistematicamente, vêm fazendo
desse santuário abandonado o seu Altar natural.
Justamente no meio do caminho entre o Egito e a Terra Prometida, entre a escravidão e a
liberdade, aconteceu o maior sinal, o comprometimento de Deus em fazer de Israel a Sua propriedade
peculiar.
“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha Voz, e guardardes a minha aliança, então sereis a
minha propriedade peculiar dentre todos os povos...” (Êxodo19.5).
Naquele lugar Deus firmou um pacto com os filhos de Israel. Com isso, eles obtiveram a
garantia do cumprimento de Sua Palavra e se tornaram invencíveis diante de todos os seus
inimigos. Foram vencidos apenas por si mesmos, quando do descumprimento da sua parte na
aliança com Deus. Todavia, aqueles que permaneceram fiéis também se mantiveram invencíveis.
Mas com o passar dos séculos, a fé de seus filhos se esfriou e o temor a Deus desapareceu. Em
razão disso, o Senhor permitiu que eles fossem vencidos diante de seus inimigos e levados cativos
para terras distantes. Abatidos moral, física e espiritualmente eles se lembraram da aliança
feita com seus pais no Monte Sinai e então novamente se puseram a buscar ao Senhor. E para que
se cumprissem as profecias, mesmo desterrados de suas terras há mais de dois mil anos, Deus os
permite retornar em 1948 e se restabelecer como nação livre, independente e emergente dentre as
maiores do mundo.
Que sinal maior nós temos da grandeza de Deus? De onde os filhos de Israel tiraram tanta
força para reconsquistarem a Terra Prometida? Seria sua capacidade intelectual? Seu poder bélico
e numérico? É claro que não, pois eles estavam espalhados pelo mundo afora. Na verdade, o
poder deles estava alicerçado na certeza de uma promessa feita a seus pais Abraão, Isaque e
Israel, e confirmada por uma aliança no Monte Sinai. A convicção de que um dia, mais cedo ou
mais tarde, o Deus que aparecera aos seus pais naquele Monte iria tornar possível sua volta
àquela terra jamais saíra de seus corações. A perseverança na fé foi a energia poderosa da sua
unidade e consequentemente da sua conquista.
Há mais de dois mil anos eles vinham cultivando essa esperança; geração após geração, os
pais passavam para os filhos e estes para seus filhos, a esperança que provém da fé na Palavra de
Deus. Finalmente, as promessas se cumpriram e eles se restabeleceram na sua própria terra.
O mesmo há de se cumprir com respeito à volta do Senhor Jesus Cristo. Há mais de dois mil
anos os Evangelhos, as epístolas apostólicas e o Apocalipse vêm alimentando a fé dos verdadeiros
cristãos com respeito à vinda de nosso Senhor buscar a Sua Igreja para a eterna Terra Prometida.
Se o povo brasileiro abandonasse o seu paganismo idólatra que vem praticando há quinhentos
anos e absorvesse a consciência da Palavra de Deus prometida a Israel, jamais seria escravizado,
nem pela igreja romana nem pelo FMI.
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