Crise & Oportunidade
Um homem vivia na beira da estrada e vendia cachorros-quentes. Não tinha rádio e, por deficiência de visão, não podia ler jornais. Em compensação, vendia bons cachorros-quentes.
Colocou um cartaz na beira da estrada, anunciando a mercadoria, e ficou por ali gritando quando alguém passava: “Olha o cachorro-quente especial!!!”
E as pessoas compravam. Com isso, aumentou os pedidos de pão e salsicha, e acabou construindo uma mercearia. Então, ao telefonar para o filho que morava em outra cidade e contar as novidades, o filho disse:
- “Pai, o senhor não tem ouvido rádio? Não tem lido jornais? Há uma crise muito séria e a situação internacional é perigosíssima!”
Diante disso, o pai pensou:
- “Meu filho estuda na universidade! Ouve rádio e lê jornais… portanto, deve saber o que está dizendo!”
Então, reduziu os pedidos de pão e salsichas, tirou o cartaz da beira da estrada, e não ficou por ali apregoando os seus cachorros-quentes. As vendas caíram do dia para a noite e ele disse ao filho:
- “Você tinha razão, meu filho, a crise é muito séria!”
Super-Homem?
Porquê apreciamos e gostamos de ouvir histórias de superação? Deve ser porque em algum momento de nossas vidas descobrimos que não somos Super-Homem e sim, um Clark Kent sem carisma. A maioria das vezes fazemos o que o Super-Homem faz, mas ao contrário. Ele se disfarça na pessoa de Kent, uma pessoa simples e que não precisa chamar muito a atenção para si. Nós somos Clark Kent atrapalhado querendo aparecer um Super-Homem a tentar conquistar a mulher que não quer o Kent porque está apaixonada pelo Super-Homem.
Em momentos de crise e de grandes tragédias, podemos ouvir muitas destas histórias. O ser humano não foi criado para ser perfeito. E quando ele faz algo muito além do que se poderia imaginar, isto é super! Não gostamos de nossas fraquezas, mas mesmo Super-Homem tem medo de criptonita e nem pode chegar perto. Ao ouvir histórias que inspiram, vindas de outros seres humanos falhos, tanto quanto nós, acreditamos no possível. Se ele (ela) podem, por que eu não posso também? A vida é maior do que os problemas que enfrentamos, dos quais buscamos soluções.
Uma vez um colunista escreveu no jornal dizendo que Ronaldo Fenômeno quando morrer, serão necessárias três autópsias. Para ter certeza de que morreu mesmo. Porque ele sempre renasce. São histórias como estas que nos levam a ter um espírito mais leve.
Garanto que não é perda de tempo buscarmos saber sobre histórias de sucesso e superação nos livros ou na internet. O que eu acho pura perda de tempo é ficar atrás de assuntos superficiais e que não acrescentam em nada, como por exemplo, saber sobre o cotidiano das celebridades e daquelas que se acham celebridades. Uma porcentagem das pessoas são iguais ao barco à vela. Dependente de bons ventos para se chegar a algum lugar. Aqueles que são as histórias de superação são movidos a motor, para se chegar a algum destino é só ligar.
Milionário ou Faxineiro da Microsoft?
“Um homem que estava desempregado entra num concurso para ser faxineiro da Microsoft. O gerente de recursos humanos o entrevista, faz um teste (pede para ele varrer o chão) e lhe diz: “o serviço é seu. Me dê o seu e-mail para que eu envie a ficha de inscrição, a data e a hora em que você deverá se apresentar para o serviço”.
O homem, desesperado, responde que não tem computador, muito menos e-mail. O gerente de RH disse então que lamentava o ocorrido, mas que a ausência de e-mail significava que virtualmente o homem não existia, e que, como não existia, não poderia trabalhar.
O homem saiu desesperado, sem saber o que fazer e com somente 10 dólares no bolso. Decidiu então ir ao supermercado e comprar uma caixa com 10 quilos de tomates. Indo de porta em porta, resolveu vender os tomates a quilo e, em menos de duas horas, já tinha conseguido duplicar seu capital. Depois de repetir a operação mais três vezes, voltou para casa com 60 dólares.
E assim o tempo passa. O homem verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e chega do trabalho cada dia mais tarde. Pouco tempo depois compra uma carrinha, depois a troca por um caminhão e chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Cinco anos depois, o homem se torna dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos daquele lugar. Pensando no futuro da família, decide tirar um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano justo e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede um endereço de e-mail para enviar a proposta.
O homem responde que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: “Você não tem e-mail e chegou a construir esse império. Imagine o que você seria se tivesse um e-mail!”.
E o homem responde:
“Seria faxineiro da Microsoft!”
O Lenhador e a Raposa
Nos arredores da Mata Atlântica, no começo do século passado, vivia um pobre lenhador, seu bebê e sua raposa. A ingrata esposa o havia abandonado por não suportar aquela vida difícil. Ficara fascinada pelas mirabolantes histórias de um mascate, e resolvera segui-lo mundo afora. O pobre lenhador precisava trabalhar e não restava outra alternativa a não ser deixar seu filinho aos cuidados da raposa.
O lenhador, todas as noites, ao voltar para casa, a cena se repetia: a raposa lhe aguardava sorridente, e o bebê dormia tranquilamente no bercinho. Os vizinhos, miseráveis também, alertavam aquele lenhador sobre o perigo que era deixar o seu bebê aos cuidados de uma raposa: “A raposa é um bicho, e quando sentir fome e não encontrar comida, com certeza vai comer o seu filho. É um instinto animal.”
O lenhador garantia-lhes que aquela raposa era fiel e que o bebê não corria qualquer tipo de risco. Ele já a havia encontrado abandonada na floresta há muitos anos e a criara como parte da família.
Os vizinhos que falavam, mas nunca se ofereceram para cuidar do bebê, continuavam alertando o lenhador sobre o perigo que a criança corria. Falavam tanto que acabaram preocupando o pobre homem. Por mais que afirmasse confiar no animal, aquele pai saía para trabalhar com o coração na mão, e voltava apreensivo, temendo que alguma coisa realmente pudesse ocorrer com o seu filho.
Certa noite, ao retornar à pobre casa, o lenhador encontrou sua sorridente raposa com a boca toda ensanguentada. Tamanho foi o seu desespero, que aquele homem não pensou duas vezes: deu um golpe mortal na raposa com o seu machado e correu para o berço. Qual não foi a sua surpresa ao encontrar seu filinho dormindo tranquilamente. E, aos pés do berço, os restos mortais de uma cobra venenosa.
Assim é a vida. Quando temos uma fé firme, temos segurança. Mas, quando deixamos as dúvidas, lançadas pelos amigos, rondarem a nossa fé, somos vítimas de ações precipitadas, que poderão ser motivo de eterno remorso.
É preciso não fraquejar na fé, para não deixar que aconteça, na sua vida, o que aconteceu com aquele pobre lenhador.
O PASTOR DE PORCOS
Era uma vez um bom pastor de ovelhas que tinha poucas ovelhas e, cansado de ver seu aprisco tão vazio, tinha pressaem aumentar o rebanho.
Ele sabia que podia cuidar muito bem de uma quantidade maior de ovelhas, mas, não havia ovelhas disponíveis para adquirirnaquela região.
Foi quando alguém o convenceu de uma estranha teoria: "Se você batizar um porco e o ensinar a viver como ovelha, com o tempo, ele se torna uma ovelha".
Então, o pastor de ovelhas passou também a cuidar de porcos. No começo ele quase desistiu, mas, como era um sujeito determinado, insistiu.
Brigou. Bateu. Xingou.
Pediu. Implorou. Manipulou.
Motivou. Desafiou. Presenteou.
Reforçou o comportamento positivo. Premiou.
Brigou. Bateu. Xingou.
Mas, aqueles bichos era realmente rebeldes e sempre insistiam em voltar para a lama logo após o banho diário que ele lhes dava.
O pastor tinha que ficar à porta do mangueirão com um pedaço de pau batendo no lombo dos bichos para os obrigar a ir pastar os pastos verdejantes e a beber as águas tranqüilas junto com as ovelhas:
- Agora vocês não são mais porcos, dizia ele, agora vocês são ovelhas; comportem-se como tal.
Sem perceber, passou a dedicar a maior parte do seu tempo tentando manter os bichos na linha.
E as ovelhas acabaram ficando em segundo plano. Sem cuidados pastorais, estressadas com a companhia dos porcos que viviam a perturbá-las, elas deixaram de se alimentar e de se reproduzir e, aos poucos, foram se acabando.
Meses depois, com exceção de uma ou outra ovelha que viviam por ali, tristes, isoladas, só havia porcos naquela propriedade.
O pastor de ovelhas transformara-se em pastor de porcos. Acabou desistindo de ensinar aos porcos o comportamento que se espera de uma ovelha e fazia de conta que não estava vendo seu "redil" chafurnado na sujeira.
Os porcos, sempre com medo de levar umas pauladas nos lombos, cada vez que viam o pastor por perto voltavam de fininho aos pastos verdejantes.
Mas, só por uns minutinhos.
“Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.
(II Coríntios 5.17)
"O Construtor de muros"
O CONSTRUTOR DE MUROS
Ele era construtor de casas, porém, por um mero acaso, jamais havia construído um único muro em toda a sua vida. E isto acabou acontecendo em sua própria casa.
Ele e seu vizinho foram os primeiros a se mudar para aquele loteamento e, por anos, os únicos moradores daquele lugar. Tornaram-se mais que vizinhos, tornaram-se amigos. Não havia muro entre suas casas e as crianças brincavam livremente, tanto nos dois quintais quanto nos campos ao redor (ah! como a vida era simples e boa naquela época).
Porém, devido a uma discussão boba, ele decidiu que era hora de ter um pouco de privacidade e levantou aquele muro enorme.
Agora, cada vez que olhava para aquela parede fria, tentava se convencer que tinha sido melhor assim, mas, no fundo, jamais se acostumou com a nova "paisagem". Tinha saudades, mas, as coisas nunca mais voltaram a ser como antes.
Anos depois, seu filho se casou e construiu uma casa nos fundos do quintal. No começo foi tudo bem, mas um dia ele brigou com sua nora e, mais uma vez, decidiu construir um muro, separando as duas residências, "só para evitar novas brigas".
Por fim, acabou brigando feio com sua esposa e resolveu separar-se dela, mas, como não tinha aonde morar, decidiu dividir a sua casa em duas partes, mas, uma terrível solidão invadiu a sua alma e ele caiu de cama.
Sua esposa cuidou dele com tanto amor que as barreiras entre os dois logo se dissiparam. Então, ele mandou que retirassem as divisórias de dentro da sua casa. Voltaram a ser um casal, mas, ele não sarou.
Incentivado pela esposa, pediu que a nora viesse visitá-lo, pediu desculpas à moça e mandou que derrubassem aquele muro que a mantinha à distância. Voltaram a ser uma família unida. Sua saúde melhorou um pouco, mas ele ainda continuava doente.
Por fim, num esforço muito grande, com a ajuda da esposa, do filho e da nora, ele colocou uma escada sobre o primeiro muro que havia construído em sua vida, chamou seu amigo, pediu-lhe perdão e, ambos, com a voz embargada de emoção, resolveram derrubar o muro e, em seu lugar, plantar uma cerca-viva bem baixinha, para que eles e seus netos pudessem transitar e brincar livremente, como seus filhos faziam no passado.
Quando todos os muros foram derrubados, ele saiu da cama e voltou a viver.
"A ponte"
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim.
- Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade é do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo.
- Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro.
- Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.
Quando o fazendeiro retornou, não acreditou no que viu, em vez de uma cerca, o carpinteiro construiu uma pequena ponte ligando as duas margens do riacho.
O fazendeiro ficou enfurecido e falou:
- Seu velho atrevido... não foi isso que mandei você construir!
Mas, ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos:
- Você realmente é mais que um irmão... é um amigo muito especial... construindo esta ponte mesmo depois de todas as tolices que eu lhe disse!
Num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.
Terceiro Jejum de Daniel: As 5 vitórias de Daniel - Por Servos Livres
Irei aproveitar estes 21 dias em quê estaremos na fé do Jejum de Daniel, para realizar um estudo profundo sobre o livro e a vida deste profeta.
Daniel fazia parte de um grupo seleto de homens de Deus. Fora o livro que leva o seu nome, ele é citado por Ezequiel e pelo Senhor Jesus. [1]
O livro de Daniel é companheiro do livro de Apocalipse, ambos contém muita linguagem figurada de difícil compreensão.
A história de Daniel tem muita semelhança com a de José do Egito:
. Foi levado cativo à uma terra estranha
. Sofreu injustiças
. Alçou um dos mais altos cargos políticos no reino
. Manteve sua vida espiritual, em meio a uma corte pagã
Interessante notar que quase todos os homens de Deus do passado, de uma forma ou de outra, fizeram mudanças geográficas. E com essas mudanças obtiveram sucesso:
. Abrãao, Jacó, José, Moisés, Josué, Rute, Daniel.
Daniel chegou à Babilônia como cativo. Ele e seus amigos tiveram seus nomes mudados. Na bíblia era comum a mudança de nome:
Abrão para Abrãao, Jacó para Israel, Cefas para Pedro, Saulo para Paulo.
Para Deus um nome é mais do que uma combinação de letras. O nome revela o caráter e princípios do ser humano. Exemplos:
O nome Abrão significa ‘pai elevado’, e o Senhor Deus não queria que ele se elevasse apenas no território onde ele habitava. O que Ele tinha para Abrãao, era algo muito maior! Mudou seu nome para Abrãao, que significa ‘pai de multidões’. Ele seria pai em dois sentidos:
. Natural (Areia da praia)
. Espiritual (Estrelas do céu)
O relacionamento que o Senhor Deus quer ter com você, também é muito maior. Quando o pai de Abrãao pôs seu nome, tinha em mente uma visão limitada para o futuro de seu filho.
Talvez, pensasse que ele seria grande apenas naquela localidade. A visão do Senhor para ele era sem limites!
O Senhor Deus queria que seu nome fosse conhecido além daquele território! Hoje, Abrãao é conhecido em todo o mundo como o pai da fé!
Em Apocalipse 2:7, também há uma promessa de que no céu, você há de receber um novo nome. Este novo nome significará, novosprincípios, um novo relacionamento em um corpo diferente deste em quê habitamos – um corpo incorruptível!
O preço à pagar aqui é obtermos a vitória sobre o mundo, assim como Daniel venceu!
. Com a abstinência (o jejum) obteve a vitória (Dn.1:8-15)
. Com a sabedoria divina obteve a vitória (Dn.2:1-47)
. Com a lealdade à Deus obteve a vitória (Dn. 3:1-30)
. Com a reverência obteve a vitória (Dn. 5:1-30)
. Com a providência divina obteve a vitória (6:1-28)
Pense nisso!
[1] Ezequiel 14.14, Ezequiel 28.3, Mateus 24.15, Marcos 13.14
Qual é a vontade de Deus?
A vontade do Altíssimo diz respeito à conduta diária dos filhos e servos de acordo com o Seu caráter.
Trata-se de relacionamento entre o filho e seu Pai, do servo e seu Senhor.
Trata-se de relacionamento entre o filho e seu Pai, do servo e seu Senhor.
O que Deus queria para o ser humano que não queria Seu Filho Jesus?
Como Deus vê o ser humano que não via Seu Filho e Servo Jesus?
O que Deus faria ao próximo que não fez Seu filho e Servo Jesus?
Como Deus vê o ser humano que não via Seu Filho e Servo Jesus?
O que Deus faria ao próximo que não fez Seu filho e Servo Jesus?
São perguntas que, pela fé, identificam um profundo estreitamento do Deus-Filho com o Deus-Pai e Senhor.
Como o Perfeito referencial de Filho pensava, falava, ouvia, via, sentia e agia em relação às demais pessoas?
Como o Perfeito referencial de Filho pensava, falava, ouvia, via, sentia e agia em relação às demais pessoas?
Por conta do Seu caráter Divino, Ele exalava compreensão; Seu olhar expressava compaixão; Seu coração sentia dor pelos perdidos; Seus ouvidos atentavam ao clamor dos aflitos e desesperados. Dos Seus lábios sempre saíam palavras de justiça, misericórdia e fé.
De fato, a vontade Divina requer muito além do querer; muito mais do que um desejo sincero ou expressão de gratidão.
A vontade de Deus externa o amor do filho pelo Pai.
A vontade de Deus externa o amor do filho pelo Pai.
O amor do Filho pelo Pai era tanto que se esquecia de Si mesmo para fazer a Sua vontade e, assim, agradá-Lo.
Quem se considera filho ou servo, obviamente, não está interessado em agradar-se a si mesmo, mas fazer a vontade de seu Pai e Senhor.
Porém, sua realização depende de caráter. O caráter do Espírito Santo.
Porém, sua realização depende de caráter. O caráter do Espírito Santo.
Não acredito que Deus espere que Sua vontade seja feita por estranhos, infiéis, ímpios ou hipócritas.
Mas tenho certeza que Ele exige isso de Seus autênticos filhos e servos.
Mas tenho certeza que Ele exige isso de Seus autênticos filhos e servos.
Apartai-vos de Mim
Forte. Extremamente forte. Especialmente, para quem realiza a Obra de Deus.
A mensagem de Jesus era dirigida aos oprimidos, conforme Isaías 61.1.
A mensagem de Jesus era dirigida aos oprimidos, conforme Isaías 61.1.
Às vezes, interrompia Seu discurso e estimulava a fé no pedi, buscai e batei - salvação do corpo. Outras tantas, focava a mensagem na salvação da alma - e o que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora.
Mas em Mateus 7.13-23 Ele fortalece, pelo menos, 7 pontos:
1º- a porta estreita;
2º- a cautela sobre os falsos profetas;
3º- a árvore que dá bons frutos;
4º- a árvore que é cortada e lançada no fogo;
5º- nem todo crente entrará no Reino dos céus;
6º- o que faz a vontade de Deus;
7º- o que realiza Sua Obra.
2º- a cautela sobre os falsos profetas;
3º- a árvore que dá bons frutos;
4º- a árvore que é cortada e lançada no fogo;
5º- nem todo crente entrará no Reino dos céus;
6º- o que faz a vontade de Deus;
7º- o que realiza Sua Obra.
Chama atenção Sua ênfase aos MUITOS realizadores da Obra de Deus que, naquele dia, Lhe dirão: “Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em Teu Nome, e em Teu Nome não expelimos demônios, e em Teu Nome não fizemos muitos milagres?”
Quem faz a vontade de Deus cuida da própria salvação; quem realiza a Obra de Deus cuida da salvação dos demais. Porém, de nada adianta ganhar o mundo inteiro, mas relaxar no seu relacionamento com Deus e perder a sua alma.
Obviamente, quem é nascido de Deus pensa como Ele e quer ganhar almas. Porém, há muitos que, supostamente, realizam a Obra de Deus. Não, por paixão pelas almas, mas por si mesmos. Paulo os chama de mercadejantes da Palavra. 2 Coríntios 2.17
Naquele Dia ouvirão: "Apartai-vos de Mim os que praticais a iniquidade."
Os verdadeiros servos renunciam suas vidas, renunciam seus sonhos e vivem para sonhar os sonhos de Deus. Não só realizam Sua Obra, mas, sobretudo, fazem Sua vontade.
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